Nos últimos anos, comunicação interna, programas de engajamento, iniciativas culturais e pesquisas de clima se tornaram práticas comuns nas organizações. A intenção evoluiu, as ferramentas se sofisticaram e a atenção dedicada ao tema cresceu significativamente. Ainda assim, quando observamos os dados com mais profundidade, um padrão consistente emerge: o desafio não está em criar iniciativas, está em sustentar sua efetividade ao longo do tempo. Hoje, existe uma lacuna crescente entre o que as organizações comunicam, o que pretendem construir e o que realmente acontece no cotidiano. Essa diferença se manifesta de formas distintas, mas interligadas. Muitas questões que parecem isoladas compartilham a mesma origem: a coerência entre intenção, contexto e execução. Isso fica evidente ao analisarmos os níveis de engajamento.
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Estamos vivendo momento de inflexão na história da liderança. As transformações tecnológicas, sociais e culturais das últimas décadas – aceleradas pela inteligência artificial, pela hiper conectividade e por um ambiente de incerteza permanente – estão redesenhando, silenciosamente, o que significa liderar. Relatórios recentes da Harvard Business Review, do Boston Consulting Group e da McKinsey & Company convergem em um ponto central: o modelo tradicional de liderança já não responde às exigências do mundo atual. Os impactos dessa mudança são visíveis no nível de desengajamento. No Brasil, segundo pesquisa da Flash com a FGV, 61% dos trabalhadores se declaram desmotivados com seu trabalho atual. Bons salários não compensam outras deficiências das empresas. As despesas relacionadas à rotatividade ou presenteísmo geram perdas próximas a R$ 80 bilhões ao
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A Era Digital trouxe consigo uma série de transformações significativas na forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos. No centro dessas mudanças está a Geração Z, nascida (em meados da década de 1990 e dos anos 2000) e criada em um mundo totalmente imerso na tecnologia digital. Essa era moldou profundamente a forma como a Geração Z interage com o mundo ao seu redor. Eles são nativos digitais que estão redefinindo a cultura, o consumo, o ativismo e o ambiente de trabalho à medida que continuam a crescer e influenciar a sociedade.Uma geração que está sempre em constante conectividade digital, sempre online, seja por meio de smartphones, tablets ou computadores, o que os torna altamente adeptos às mídias sociais e
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Dentro desse cenário de novas tendências, uma vem chamando a atenção do mercado: a gamificação. Acompanhar essa evolução é fundamental e a Dynargie procura estar sempre alinhada as tendências do mercado. Inserir a gamificação nos treinamentos não significa abandonar os outros métodos e, sim, incorporar e agregar essas técnicas para ampliar os resultados das formações. O futuro está cada vez mais tecnológico. Em um mundo no qual todos estão com sua atenção voltada para uma tela, a nova aposta que as empresas estão fazendo são os treinamentos com games – um método eficaz, utilizado para desenvolver pessoas, antes ou após programas de formações. O uso dessa ferramenta já se mostrou efetivo, uma vez que melhora o desenvolvimento das pessoas, colabora
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Você tem facilidade de identificar suas próprias emoções e as dos outros? Resolve os conflitos com facilidade? Mantem-se motivado? Equilibra a razão e a emoção? A forma como lidamos com os nossos sentimentos, reagimos às situações e interagimos com as pessoas, pode dizer muito a nosso respeito e até determinar uma carreira bem-sucedida e uma vida mais alegre. Você já deve ter ouvido esta frase clássica, que diz que “as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelo seu comportamento”. Então, ela a realidade das organizações ao longo das últimas décadas. A razão é simples: em uma era digital como está que estamos vivendo e evoluindo cada vez mais, os aspectos técnicos vêm sendo supridos por
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