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dezembro 3, 2019 |

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Por que mindset impacta performance e cultura?

Por que mindset impacta performance e cultura?

Mudança já não é mais um projeto com início, meio e fim. Tornou-se o estado natural das organizações. Ainda assim, o que mais se observa não é a ausência de estratégia, mas a dificuldade de sustentar transformações ao longo do tempo. Iniciativas são lançadas, planos são definidos, direções são comunicadas. Mas, no cotidiano, a execução perde consistência, as prioridades se dispersam e os comportamentos retornam ao padrão anterior. O ponto crítico não está no que as organizações decidem fazer, mas em como as pessoas pensam, interpretam e respondem à mudança. É aí que o mindset deixa de ser um conceito e passa a ser um fator determinante de performance. Dados de mercado reforçam esse cenário. Empresas ainda enfrentam dificuldade em avaliar performance

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Quando a Estratégia Fala Alto, Mas o Contexto Não Acompanha

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Nos últimos anos, comunicação interna, programas de engajamento, iniciativas culturais e pesquisas de clima se tornaram práticas comuns nas organizações. A intenção evoluiu, as ferramentas se sofisticaram e a atenção dedicada ao tema cresceu significativamente. Ainda assim, quando observamos os dados com mais profundidade, um padrão consistente emerge: o desafio não está em criar iniciativas, está em sustentar sua efetividade ao longo do tempo. Hoje, existe uma lacuna crescente entre o que as organizações comunicam, o que pretendem construir e o que realmente acontece no cotidiano. Essa diferença se manifesta de formas distintas, mas interligadas. Muitas questões que parecem isoladas compartilham a mesma origem: a coerência entre intenção, contexto e execução. Isso fica evidente ao analisarmos os níveis de engajamento.

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O trabalho como sistema de liderança

O trabalho como sistema de liderança

Como ambientes bem estruturados tornam possível a liderança centrada nas pessoas Nos últimos anos, uma imagem mais precisa de liderança tem ganhado força: a do orquestrador de contextos. Um líder que opera menos pelo comando e mais pela articulação; menos pelo controle e mais pela clareza; menos por respostas prontas e mais pela capacidade de fazer emergir o melhor do coletivo. Essa visão se traduz no conceito de liderança centrada nas pessoas. E o que realmente permite que ela exista para além do discurso? A resposta vai além do perfil e da formação individual do líder. Ela está, sobretudo, no ambiente de trabalho. Liderança não acontece no vácuo — é sempre uma resposta ao contexto. 1. Ambientes estruturados reduzem ruído e ampliam foco Contextos que

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O Lado Humano dos Negócios em Foco. Retrospectiva Dynargie Brasil 2025

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[caption id="attachment_1883" align="aligncenter" width="1707"] O ano de 2025 foi marcado por reflexões profundas e insights práticos no blog da Dynargie Brasil. Através de uma série de artigos publicados ao longo do ano, a Dynargie abordou temas que conectam desenvolvimento humano, liderança consciente, saúde emocional, desempenho organizacional, e experiências reais de clientes, com foco no progresso sustentável das pessoas e das organizações.[/caption] A seguir, reunimos um resumo de cada post publicado em 2025 para você revisitar os principais conceitos, aprendizados e tendências que impactaram líderes e equipes ao longo do ano. Tendências de RH para 2025 Novembro de 2024 (para impacto em 2025) Neste conteúdo, a Dynargie explora as principais tendências que moldam a gestão de pessoas em 2025, destacando o

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Por que só foco em resultado não traz mais resultado?

Por que só foco em resultado não traz mais resultado?

Estamos vivendo momento de inflexão na história da liderança. As transformações tecnológicas, sociais e culturais das últimas décadas – aceleradas pela inteligência artificial, pela hiper conectividade e por um ambiente de incerteza permanente – estão redesenhando, silenciosamente, o que significa liderar. Relatórios recentes da Harvard Business Review, do Boston Consulting Group e da McKinsey & Company convergem em um ponto central: o modelo tradicional de liderança já não responde às exigências do mundo atual. Os impactos dessa mudança são visíveis no nível de desengajamento. No Brasil, segundo pesquisa da Flash com a FGV, 61% dos trabalhadores se declaram desmotivados com seu trabalho atual. Bons salários não compensam outras deficiências das empresas. As despesas relacionadas à rotatividade ou presenteísmo geram perdas próximas a R$ 80 bilhões ao

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