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dezembro 3, 2019 |

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NR-1 e saúde mental: o maior risco não está na norma. Está na liderança despreparada.

NR-1 e saúde mental: o maior risco não está na norma. Está na liderança despreparada.

Muitas organizações estão se preparando para atender às exigências da NR-1. Revisam processos, atualizam documentos e buscam adequar seus programas de gestão de riscos. Mas existe uma questão mais profunda que a atualização da norma trouxe à tona. O maior risco psicossocial das organizações não está na norma em si. Está na falta de preparo da liderança para lidar com os desafios que ela evidência. Nos últimos anos, a saúde mental deixou de ser um tema desejável para se tornar uma questão estratégica para a sustentabilidade dos negócios. Os números mostram a dimensão do desafio. Só em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos mentais, um aumento de cerca de aproximadamente 68% em relação ao ano anterior,

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Transformação não acontece quando tudo muda. Acontece quando o novo se sustenta.

Transformação não acontece quando tudo muda. Acontece quando o novo se sustenta.

A maioria das organizações não tem dificuldade em iniciar mudanças. Tem dificuldade em sustentá-las. Novas estratégias são lançadas. Processos são revisados. Ferramentas são implementadas. Programas de desenvolvimento são colocados em prática. Ainda assim, passados alguns meses, muitas iniciativas perdem força, os comportamentos retornam aos padrões anteriores e os resultados esperados não se consolidam. Essa é uma das grandes contradições do mundo corporativo atual: nunca se falou tanto sobre transformação, mas poucas organizações conseguem transformações verdadeiramente sustentáveis. Por quê? Porque transformação não é simplesmente mudar. Transformação é construir a capacidade de operar de forma diferente, de maneira consistente, ao longo do tempo. O desafio não é a mudança. É a sustentação. Durante muitos anos, a transformação foi tratada como um projeto:

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Alta Performance não é meta. É consequência de fundamentos bem construídos.

Alta Performance não é meta. É consequência de fundamentos bem construídos.

Como confiança, colaboração e responsabilidade sustentam a construção de equipes de alta performance. Alta performance é um dos objetivos mais presentes nas organizações. Está nas estratégias, nos discursos de liderança e nos planos de desenvolvimento. Ainda assim, poucas empresas conseguem sustentá-la ao longo do tempo. O padrão é conhecido: momentos de alta entrega são seguidos por quedas de consistência, desalinhamentos e perda de ritmo. Não por falta de capacidade ou esforço, mas pela dificuldade de manter comportamentos alinhados no cotidiano. Esse cenário revela um ponto crítico: alta performance não é apenas resultado de estratégia ou talento. Ela depende da forma como as pessoas atuam juntas, especialmente em contextos de pressão e mudança. É nesse espaço, entre intenção e execução, que se constrói ou

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Por que mindset impacta performance e cultura?

Por que mindset impacta performance e cultura?

Mudança já não é mais um projeto com início, meio e fim. Tornou-se o estado natural das organizações. Ainda assim, o que mais se observa não é a ausência de estratégia, mas a dificuldade de sustentar transformações ao longo do tempo. Iniciativas são lançadas, planos são definidos, direções são comunicadas. Mas, no cotidiano, a execução perde consistência, as prioridades se dispersam e os comportamentos retornam ao padrão anterior. O ponto crítico não está no que as organizações decidem fazer, mas em como as pessoas pensam, interpretam e respondem à mudança. É aí que o mindset deixa de ser um conceito e passa a ser um fator determinante de performance. Dados de mercado reforçam esse cenário. Empresas ainda enfrentam dificuldade em avaliar performance

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Quando a Estratégia Fala Alto, Mas o Contexto Não Acompanha

Quando a Estratégia Fala Alto, Mas o Contexto Não Acompanha

Nos últimos anos, comunicação interna, programas de engajamento, iniciativas culturais e pesquisas de clima se tornaram práticas comuns nas organizações. A intenção evoluiu, as ferramentas se sofisticaram e a atenção dedicada ao tema cresceu significativamente. Ainda assim, quando observamos os dados com mais profundidade, um padrão consistente emerge: o desafio não está em criar iniciativas, está em sustentar sua efetividade ao longo do tempo. Hoje, existe uma lacuna crescente entre o que as organizações comunicam, o que pretendem construir e o que realmente acontece no cotidiano. Essa diferença se manifesta de formas distintas, mas interligadas. Muitas questões que parecem isoladas compartilham a mesma origem: a coerência entre intenção, contexto e execução. Isso fica evidente ao analisarmos os níveis de engajamento.

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