Como ambientes bem estruturados tornam possível a liderança centrada nas pessoas Nos últimos anos, uma imagem mais precisa de liderança tem ganhado força: a do orquestrador de contextos. Um líder que opera menos pelo comando e mais pela articulação; menos pelo controle e mais pela clareza; menos por respostas prontas e mais pela capacidade de fazer emergir o melhor do coletivo. Essa visão se traduz no conceito de liderança centrada nas pessoas. E o que realmente permite que ela exista para além do discurso? A resposta vai além do perfil e da formação individual do líder. Ela está, sobretudo, no ambiente de trabalho. Liderança não acontece no vácuo — é sempre uma resposta ao contexto. 1. Ambientes estruturados reduzem ruído e ampliam foco Contextos que
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[caption id="attachment_1883" align="aligncenter" width="1707"] O ano de 2025 foi marcado por reflexões profundas e insights práticos no blog da Dynargie Brasil. Através de uma série de artigos publicados ao longo do ano, a Dynargie abordou temas que conectam desenvolvimento humano, liderança consciente, saúde emocional, desempenho organizacional, e experiências reais de clientes, com foco no progresso sustentável das pessoas e das organizações.[/caption] A seguir, reunimos um resumo de cada post publicado em 2025 para você revisitar os principais conceitos, aprendizados e tendências que impactaram líderes e equipes ao longo do ano. Tendências de RH para 2025 Novembro de 2024 (para impacto em 2025) Neste conteúdo, a Dynargie explora as principais tendências que moldam a gestão de pessoas em 2025, destacando o
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Estamos vivendo momento de inflexão na história da liderança. As transformações tecnológicas, sociais e culturais das últimas décadas – aceleradas pela inteligência artificial, pela hiper conectividade e por um ambiente de incerteza permanente – estão redesenhando, silenciosamente, o que significa liderar. Relatórios recentes da Harvard Business Review, do Boston Consulting Group e da McKinsey & Company convergem em um ponto central: o modelo tradicional de liderança já não responde às exigências do mundo atual. Os impactos dessa mudança são visíveis no nível de desengajamento. No Brasil, segundo pesquisa da Flash com a FGV, 61% dos trabalhadores se declaram desmotivados com seu trabalho atual. Bons salários não compensam outras deficiências das empresas. As despesas relacionadas à rotatividade ou presenteísmo geram perdas próximas a R$ 80 bilhões ao
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Saúde emocional deixou de ser um tema de bem-estar individual e tornou-se alicerce estratégico da performance organizacional. Num mundo de pressões crescentes por produtividade, inovação e velocidade, líderes e empresas que não cuidam das pessoas comprometem diretamente seus resultados - e, mais grave, seu futuro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 15% dos adultos em idade de trabalho vivem algum transtorno mental. Estima-se que 12 bilhões de dias úteis sejam perdidos por ano devido à depressão e à ansiedade, gerando um impacto de US$ 1 trilhão em perda de produtividade global. No Reino Unido, em 2023, o Health and Safety Executive (HSE) registrou 17,1 milhões de dias de trabalho perdidos por estresse, ansiedade e depressão
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Num mundo em constante mudança, onde produtos se assemelham e informações estão ao alcance de todos, o verdadeiro diferencial das equipes de vendas está nas pessoas, em como elas se conectam, se comunicam e constroem confiança. Negociar e vender, hoje, é muito mais do que persuadir. É sobre inspirar confiança, compreender o outro e gerar valor genuíno em cada interação. É a capacidade de transformar uma conversa em oportunidade e um relacionamento em parceria duradoura. A liderança que inspira resultados Líderes comerciais têm um papel essencial nessa jornada: despertar o potencial humano que existe por trás das metas. A nova liderança em vendas é feita de propósito, escuta e presença. Ela orienta suas equipes a entenderem que vender não é
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